13/01/09

Contacto

" As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes de estrada, os feridos/doentes têm um telemóvel consigo.
No entanto, na hora de intervir as pessoas sinistradas ou enfermas, não sabem/conseguem ver qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes no telemóvel que possuem.
Assim, a CRUZ VERMELHA, lança a nível mundial a ideia de que todas as pessoas acrescentem à sua longa lista de contactos, o NÚMERO DA PESSOA A CONTACTAR, em qualquer caso de emergência!
Tal deverá ser feito da seguinte forma: "AA Emergência" (as letras AA são para que apareça este contacto em primeiro lugar na lista de contactos).
É simples, não custa nada e pode ajudar muito as emergências médicas ou quem nos pode acudir!
Se lhe parecer correcta esta proposta, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.
É tão-somente mais um dado que registamos no nosso telemóvel e que pode ser a nossa salvação… ou a salvação de alguém que muito queremos!
Um Último Apelo! Por favor , não destrua este e-mail e reenvie a quem possa dar-lhe uma boa utilidade!"



Isto, recebido há momentos, tem toda a razão de ser, mesmo que não tenha origem onde alega. Pouco importa, é razoável. Mais, é verdadeiro.
Numa circunstância destas, queremos que liguem aos mais frágeis, que nem saberão o que fazer, que reagirão atabalhoadamente, a quem tal comunicação deixará prostrados? Nem pensar. Um limite sofrido destes é para quem aguente com a notícia, quem fique capaz de reagir, de raciocinar. E agora chega a parte delicada… quem é o nosso contacto numa emergência? Quem é o pilar de força e sabedoria?
Quem é o anjo?
Ficaram a pensar?
Eu também.

5 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Boa pergunta!

Margarida Pereira disse...

Resposta, precisa-se...

Mialgia de Esforço disse...

Dantes, fazia-se isto nas agendas de bolso. Nunca o fiz, talvez porque o achasse demasiado mórbido. Com o tempo, encaramos as coisas de outra forma. É importante, sim. E a pergunta é muito pertinente. Mas ainda não encontrei a resposta.

Margarida Pereira disse...

'mórbido' eram os meus vizinhos de infância, que pagavam os caixões em suaves prestações mensais...
Um dia foram-se. A família (indirecta) lá enfiou as custas na 'segurança social', abarbatou-se aos pertences e ao amealhado no colchão e seguiu com a vida.
E os pobres (gente boa, gente sã)nunca foram sequer a Lisboa!
Ele há vidas estreitas...

C.M. disse...

Boa sugestão! Já o fiz, e vou fazer o mesmo à minha mais-que-tudo...