13/07/11


Quando o horizonte derrama ocres, endereço ao céu espirais douradas.
Deo gratias, sou devota da eloquência oculta no humor subtil e na poesia que se demora nos bicos das aves.
Mas esses são seres alados que se escapam sempre, seguindo para longe e não para o alto.
E as minhas palavras caem como chuva imperfeita.
Não há correio para o céu.

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